sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018
sexta-feira, 25 de agosto de 2017
Policial americano saindo do hospital após se recuperar de um tiro. Isso é valorização do trabalho policial! pic.twitter.com/v8jIr3Lz2x— O Federal 🇧🇷 (@DecioNeves) 19 de agosto de 2017
quinta-feira, 24 de agosto de 2017
Você confia no 'Criança Esperança'? #EnqueteFederal— O Federal 🇧🇷 (@DecioNeves) 20 de agosto de 2017
sexta-feira, 2 de junho de 2017
A PEC da INDEPENDÊNCIA POLÍTICA da PF é a #PEC361 pic.twitter.com/dm5cg7QQfs— O Federal 🇧🇷 (@DecioNeves) 31 de maio de 2017
quarta-feira, 31 de maio de 2017
13 PONTOS PARA EMBASAR QUALQUER ANÁLISE DE CONJUNTURA
24 de maio de 2017
O complexo financeiro-empresarial não tem opção partidária, não veste nenhuma camisa na política, nem defende pessoas. Sua intenção é tornar as leis e a administração do país totalmente favoráveis para suas metas de maximização dos lucros.
por: Maurício Abdalla
1 – O foco do poder não está na política, mas na economia. Quem comanda a sociedade é o complexo financeiro-empresarial com dimensões globais e conformações específicas locais.
2 – Os donos do poder não são os políticos. Estes são apenas instrumentos dos verdadeiros donos do poder.
3 – O verdadeiro exercício do poder é invisível. O que vemos, na verdade, é a construção planejada de uma narrativa fantasiosa com aparência de realidade para criar a sensação de participação consciente e cidadã dos que se informam pelos meios de comunicação tradicionais.
4 – Os grandes meios de comunicação não se constituem mais em órgãos de “imprensa”, ou seja, instituições autônomas, cujo objeto é a notícia, e que podem ser independentes ou, eventualmente, compradas ou cooptadas por interesses. Eles são, atualmente, grandes conglomerados econômicos que também compõem o complexo financeiro-empresarial que comanda o poder invisível. Portanto, participam do exercício invisível do poder utilizando seus recursos de formação de consciência e opinião.
5 – Os donos do poder não apoiam partidos ou políticos específicos. Sua tática é apoiar quem lhes convém e destruir quem lhes estorva. Isso muda de acordo com a conjuntura. O exercício real do poder não tem partido e sua única ideologia é a supremacia do mercado e do lucro.
6 – O complexo financeiro-empresarial global pode apostar ora em Lula, ora em um político do PSDB, ora em Temer, ora em um aventureiro qualquer da política. E pode destruir qualquer um desses de acordo com sua conveniência.
7 – Por isso, o exercício do poder no campo subjetivo, responsabilidade da mídia corporativa, em um momento demoniza Lula, em outro Dilma, e logo depois Cunha, Temer, Aécio, etc. Tudo faz parte de um grande jogo estratégico com cuidadosas análises das condições objetivas e subjetivas da conjuntura.
8 – O complexo financeiro-empresarial não tem opção partidária, não veste nenhuma camisa na política, nem defende pessoas. Sua intenção é tornar as leis e a administração do país totalmente favoráveis para suas metas de maximização dos lucros.
9 – Assim, os donos do poder não querem um governo ou outro à toa: eles querem, na conjuntura atual, a reforma na previdência, o fim das leis trabalhistas, a manutenção do congelamento do orçamento primário, os cortes de gastos sociais para o serviço da dívida, as privatizações e o alívio dos tributos para os mais ricos.
10 – Se a conjuntura indicar que Temer não é o melhor para isso, não hesitarão em rifá-lo. A única coisa que não querem é que o povo brasileiro decida sobre o destino de seu país.
11 – Portanto, cada notícia é um lance no jogo. Cada escândalo é um movimento tático. Analisar a conjuntura não é ler notícia. É especular sobre a estratégia que justifica cada movimento tático do complexo financeiro-empresarial (do qual a mídia faz parte), para poder reagir também de maneira estratégica.
12 – A queda de Temer pode ser uma coisa boa. Mas é um movimento tático em uma estratégia mais ampla de quem comanda o poder. O que realmente importa é o que virá depois.
13 – Lembremo-nos: eles são mais espertos. Por isso estão no poder.
Maurício Abdalla é professor de filosofia na Universidade Federal do Espírito Santo
segunda-feira, 3 de abril de 2017
Presidente do TST apoia fim de imposto sindical. Eu também.https://t.co/qw7Okghmnx pic.twitter.com/AIkuofdMV7— O Federal 🇧🇷 (@DecioNeves) 3 de abril de 2017
Você confia em algum partido político do Brasil? #Enquetes2017— O Federal 🇧🇷 (@DecioNeves) 2 de abril de 2017
segunda-feira, 27 de março de 2017
Operação Mela-Jato, 'Tiro no Pé' ou 'Carne Fraca'?https://t.co/fSQAWJphFn … via @VEJA pic.twitter.com/vmB85lnI4j— O Federal 🇧🇷 (@DecioNeves) 25 de março de 2017
Novidade pra vocês. #sqn: pic.twitter.com/iIQk6kmnwU— O Federal 🇧🇷 (@DecioNeves) 25 de março de 2017
Não tá fácil pra ninguém... pic.twitter.com/NEHg3VjPTt— O Federal 🇧🇷 (@DecioNeves) 25 de março de 2017
Já imaginou um 'seminário' contra a #LavaJato em pleno governo Dilma/PT? Como se coubesse à PF (Poder Executivo) destinos da operação. pic.twitter.com/BfURHKaLoJ— O Federal 🇧🇷 (@DecioNeves) 26 de março de 2017
Grana de Publicidade da @BRF_Global @BRF_Brasil jorrando aos borbotões. Algum boqirroto surta mas a 'grande imprensa' sabe o que faz. pic.twitter.com/q73J3jJG6K— O Federal 🇧🇷 (@DecioNeves) 26 de março de 2017
GOLPE - E-mail da Receita alerta sobre investigação de sonegação fiscal - Mensagem visa obter dados do usuário. CUIDADO!!! pic.twitter.com/7jBcSs2dk2— O Federal 🇧🇷 (@DecioNeves) 26 de março de 2017
Mas pelo menos anunciou a atualização da tabela do IRPF, @jose_simao 😀😀😀 pic.twitter.com/KG33nN03xV— O Federal 🇧🇷 (@DecioNeves) 26 de março de 2017
DESMONTAGEM DA PF começou com TERCEIRIZAÇÃO DA PF, gestão do Ministro da Justiça,Tarso Genro http://t.co/n4rMkLbngI … pic.twitter.com/q0wDiHWiG1— O Federal 🇧🇷 (@DecioNeves) 30 de dezembro de 2013
A terceirização no serviço público já existe em atividades meio: Muitos políticos são donos de empresas de segurança privada. pic.twitter.com/OuUNVjyoqS— O Federal 🇧🇷 (@DecioNeves) 26 de março de 2017
Depois da Carne Fraca cheguei a uma conclusão: A PF PRECISA de TERCEIRIZAÇÃO. COMUNICAÇÃO SOCIAL não é atividade-fim. pic.twitter.com/jXLylVcEwC— O Federal 🇧🇷 (@DecioNeves) 26 de março de 2017
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